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Os decisores do nosso tempo enfrentam um desafio inusitado: identificar, avaliar e gerir riscos ambientais numa escala sem precedentes.
Na verdade, aos tradicionais riscos associados às catástrofes naturais com que a espécie humana, melhor ou pior sempre conviveu, acrescem hoje os chamados riscos emergentes, directa ou indirectamente originados pelas actividades humanas, com efeitos que se desenvolvem a nível local, regional, continental e mesmo planetário.
São exemplo disso as cheias, as migrações em massa, as alterações na fauna e na flora e suas consequências no equilíbrio dos ecossistemas e na saúde humana, o bioterrorismo e os riscos inerentes à nanotecnologia.
Para todos estes e outros riscos, os órgãos de Gestão Ambiental, como agências das nações unidas, organismos intergovernamentais, ou governos e as suas dependências, procuram encontrar respostas eficazes no espaço e no tempo.
Este seminário pretende contribuir para a reflexão em curso e para a busca das soluções necessárias.